Ago 13, 2007
  Cetrel Lumina realizou seu seminário de planejamento para 2008
 
Abr 30, 2007
  Cetrel Lumina realiza seu primeiro seminário interno de 2007
 
Out 4, 2006
  Cetrel Lumina parte nova planta de blendagem de resíduos em Camaçari
 
 

   Coprocessamento de Resíduos

 
O coprocessamento de resíduos industriais em fornos de clínquer é uma solução que satisfaz as atuais exigências de controle ambiental, proporciona o aproveitamento térmico e material dos resíduos, diminuindo a queima de combustíveis fósseis e o consumo de recursos naturais não renováveis, além de dar uma destinação adequada aos resíduos industriais.

O coprocessamento utiliza-se das condições de temperatura do processo de fabricação de cimento (aproximadamente 1.200°C) para a destruição de diversos tipos de resíduos industriais de forma segura. O resíduo é aproveitado como potencial energético ou substituto de matéria-prima nesse processo.

Através dessa técnica, a maior parte dos componentes orgânicos dos resíduos industriais é destruída e as cinzas incorporadas ao clínquer, sem que haja a geração de qualquer efluente líquido ou sólido decorrente de sua queima.

Os compostos orgânicos são destruídos no processo, devido às altas temperaturas, grande turbulência e alto tempo de residência.

Esta alta temperatura é mantida por vários minutos, tempo necessário à formação do clínquer, substância que confere ao cimento suas propriedades hidráulicas.

Nas análises do clínquer não são encontrados compostos orgânicos, o que comprova a eficiência do processo. Os metais reagem com as matérias-primas fazendo parte da estrutura cristalina do clínquer, sem prejudicar a qualidade do produto.



Resíduos que podem ser coprocessados
 
• Substâncias oleosas;
• Corantes, tintas, vernizes;
• Catalisadores usados
• Produtos fotográficos;
• Lodo de esgoto;
• Resinas, colas, solventes impregnados com tinta;
• Pneus, emborrachados;
• Areia ou terra contaminada com óleo;
• Embalagem de produtos químicos, entre outros.


Resíduos que não podem ser coprocessados
 
• Materiais radioativos;
• Lixo hospitalar;
• Pilhas, baterias;
• Lixo doméstico ou urbano;
• Vidro;
• Embalagens metálicas.